
A STORY ABOUT: Marcella Alves.
Fui apresentada ao mundo de tatuagens e piercings pela minha própria mãe, que sempre foi apaixonada pela arte, então comecei a tomar gosto pela arte da modificação corporal, quando criança toda semana fazia uma tatuagem de henna.
Aos 11 anos tive a oportunidade e coragem de ter um piercing, autorizado pela minha própria família, e aos 14 ganhei uma tatuagem de presente da minha avó, desde então, entrei de vez nesse mundo da dor e da arte e já perdi a conta de quantas tatuagens fiz e quantos piercings já tive.

Conheci o estúdio que atualmente eu trabalho, através de amigos, no qual com o decorrer do tempo tive a oportunidade de entrar pra equipe e aprender profissionalmente o que aos 11 anos eu comecei a me apaixonar: os piercings. E agora aprendendo a tatuar com meus companheiros de estúdio.
E aqui estou, a cada dia tentando melhorar, para que essa cena de atitude, arte e estética, possa ganhar cada vez mais espaço e respeito na vida das pessoas à nossa volta.
Além de modificações corporais também trabalho como fotógrafa.
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INTERVIEW
ABOUT THE INK: Tatuagem e esoterismo, em sua opinião qual a relação entre os dois?
Marcella Alves: Sinceramente, nenhuma, pois pra mim é normal, eu só digo que é uma aparência exótica em relação à visão de outras pessoas sobre nós tatuados e com piercings. Acho normal, afinal, essa cultura vem muito antes da tal “civilização”.
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ABOUT THE INK: Piercing aos 11 anos e tatuagem aos 14, não é cedo para começar as modificações corporais?
Marcella Alves: Muito cedo, porém desde criança eu já sabia que era minha paixão, e nunca me arrependi. Porém, não aconselho a outras crianças seguirem isso, antes de qualquer pessoa entrar nesse meio, tem que ter certeza de que é aquilo mesmo que quer.
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ABOUT THE INK: Como é ter uma família que apoia esse tipo de arte?
Marcella Alves: Somente a minha avó e minha irmã apoiam e a minha mãe na época que era viva e é ótimo ter pessoas apoiando o que a gente gosta, não tem muito o que descrever sobre isso, mas eu sofro muito preconceito do meu pai, e sinceramente, não faz muita diferença na minha vida. Sou bem resolvida comigo mesmo e não me importo, apesar de que queria que fosse diferente, afinal, não é um desenho na pele ou um pedaço de aço superficialmente aplicado que mudam nosso caráter.
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ABOUT THE INK: Como foi essa transição de apreciadora da arte para uma profissional?
Marcella Alves: Foi sensacional, só tenho a agradecer as pessoas que abriram essas portas pra mim, e agora, aprendi a tatuar, já tenho alguns trabalhos e é muito gratificante poder fazer o que se gosta.
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ABOUT THE INK: Entre piercing e tatuagem qual você considera mais apaixonante?
Marcella Alves: Sem dúvidas a tatuagem.
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ABOUT THE INK: Tatuagem, Piercing e Fotografia, você pratica outro tipo de trabalho relacionado a arte?
Marcella Alves: Somente esses mesmo, mas quem sabe daqui pra frente não surja outra oportunidade né?
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Conheçam o Trabalho de Marcella Alves como Fotógrafa em:
Marcella Alves Fotografia.
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